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> magnetopausa

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Fronteira entre a magnetosfera, onde prevalece o campo magnético da Terra e o espaço exterior onde é mais intenso o campo magnético do sistema solar.

> magnetosfera

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Zona envolvente da Terra onde a intensidade do seu campo magnético é superior à do Sol.
O campo magnético da Terra é provavelmente originado pelo seu núcleo de ferro e níquel e já sofreu várias inversões de polaridade durante a sua história geológica. A sua forma é variável dado que os ventos solares comprimem a parte que está voltada para o Sol e estendem a parte oposta formando uma espécie de cauda.
As partículas carregadas do vento solar são normalmente deflectidas pelo campo magnético terrestre mas as que conseguem passar ficam aprisionadas em regiões denominadas Cinturões de Van Allen. As partículas que atingem a atmosfera são responsáveis pelas auroras.

> magnitude

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A magnitude é a medida, numa escala logarítmica, do brilho das estrelas. Uma estrela de uma determinada magnitude é 2,512 vezes mais brilhante que outra estrela de magnitude imediatamente inferior (valor maior). Cada incremento de 5 magnitudes corresponde a uma diminuição do brilho por um factor de 100. As magnitudes mais altas são representadas pelos valores mais baixos (negativos).

A magnitude aparente (m) corresponde ao brilho da estrela tal e qual é vista pelo observador e é afectada por vários factores, principalmente pela distância a que esta se encontra, mas também pela existência ou não de matéria interestelar(1) entre ela e o observador, e pelo instrumento(2) usado na observação.

A magnitude absoluta (M) é a magnitude aparente que uma estrela teria se fosse colocada a 10 parsecs (32,6 anos-luz) de distância do observador; não depende assim da distância (que é fixa) e representa a medida do brilho real, intrínseco, da estrela.

A estrela que vemos com maior brilho no céu nocturno, Sírio da constelação do Cão Maior, tem uma magnitude aparente de -1,45 e parece-nos muito mais brilhante que Rigel de Orion que tem 0,11. No entanto Sírio está a 2,7 parsecs de distância e a sua magnitude real é de +1,4, enquanto que Rigel está a 250 parsecs e tem uma magnitude real de -7,0!

A magnitude bolométrica inclui, para além da radiação em luz visível, todos os outros comprimentos de onda da radiação electromagnética, sendo assim uma medida da magnitude total duma estrela ou corpo celeste. Também pode, obviamente, ser dividida em aparente e absoluta.

Ver luminosidade

Ver a lista das estrelas mais brilhantes

(1) E, no caso de o observador se encontrar sobre a superfície da Terra, as poluições atmosférica e luminosa.
(2) Sendo o brilho normalmente medido usando a radiação visível do espectro então é preciso notar que o olho humano é mais sensível à zona amarelo-verde do espectro enquanto que por exemplo uma película fotográfica é mais sensível à zona azul. Para uniformizar a medida é usado nas observações um filtro V que só deixa passar a radiação com comprimentos de onda entre os 505 e 595 nanómetros; daí que normalmente se refiram as magnitudes como mV ou MV )


> meridianos

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Semicírculo imaginário que une os pólos norte e sul de uma esfera (como a Terra ou a esfera celeste) intersectando o seu equador verticalmente.

O meridiano celeste é uma linha imaginária que passa pelos pólos celestes Norte (zénite) e Sul (nadir) e intersecta o equador celeste verticalmente.
O meridiano local (ou meridiano celeste do lugar) passa obviamente também sobre o zénite e também intersecta verticalmente o horizonte.
O meridiano do astro é aquele que passa sobre o respectivo astro. A sua distância angular em relação ao ponto vernal, medida sobre o equador celeste em horas, constitui a ascensão recta.

O meridiano principal é actualmente o meridiano local de Greenwich, que define os 0º de longitude e a partir do qual se medem as longitudes à superfície da Terra, de 0º a 180º para oeste e de 0º a -180º para leste.
A International Date Line é uma linha irregular próxima ou coincidente com o meridiano dos 180º (oposto ao meridiano principal) que define a mudança de data para os viajantes. A leste da IDL é um dia mais cedo que a oeste.

Ver latitude e longitude

Ver coordenadas horizontais e coordenadas equatoriais


> mês

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O mês sinódico (ou lunar, ou lunação) é o período de tempo entre duas Luas Novas. São, em média, 29,53059 dias (com um máximo de 29,80 e um mínimo de 29,26 dias).

O mês draconítico (ou nódico) é o período de tempo entre dois nodos ascendentes da Lua. São, em média, 27,21222 dias.

O mês anomalístico é o período de tempo que decorre entre dois perigeus consecutivos. São, em média, 27,55455 dias.

O mês sideral é o período de tempo que decorre entre duas passagens consecutivas da Lua na direcção do mesmo ponto da esfera celeste. São, em média, 27,32166 dias.


> mesão

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Nome genérico das partículas de matéria (fermiões) que interagem pela força nuclear forte e são compostos por 2 quarks. Juntamente com os bariões formam a família dos hadrões.

Ver partículas elementares


> Messier, catálogo de

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Lista elaborada pelo astrónomo francês Charles Messier no século XVIII dos 103 objectos difusos mais notáveis do céu com o intuito de não os confundir com os cometas que procurava.
Actualmente esta lista é composta por 110 objectos.

Ver Catálogo de Messier


> meteoróide

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Corpos relativamente pequenos(1) compostos por minerais rochosos ou metálicos que viajam pelo espaço.

Quando um meteoróide atinge a atmosfera terrestre (produzindo normalmente um rasto luminoso) toma o nome de meteoro. Se não arde completamente e atinge a superfície da Terra chama-se-lhe meteorito(2).

(1) desde  um pequeno grão de poeira até rochas com vários quilómetros de comprimento.
(2)
ou aerólito, ou meteorólito, ou uranólito.


> microondas

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Nome dado a um dos tipos de radiação electromagnética, com comprimentos de onda entre 1mm e 30cm.

> momento

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O momento linear é uma grandeza vectorial(1) que caracteriza a quantidade de movimento de um corpo (ou partícula de matéria). É igual ao produto da massa pela velocidade linear.

(1) Tem grandeza e direcção.