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aberração cromática |
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Característica apresentada pelas lentes simples
que faz com que as imagens apareçam com os bordos irisados.
O índice de refracção das diferentes radiações componentes da luz branca varia com o
respectivo comprimento de onda apresentando assim diferentes distâncias focais para as
diversas cores; o vermelho com um comprimento de onda maior sofre o menor desvio enquanto
que o violeta com o menor comprimento de onda tem o máximo desvio.
Para minimizar este efeito usam-se duas lentes nas objectivas dos telescópios refractores e nos binóculos, feitas de materiais com diferentes
índices de refracção, para fazer convergir duas cores no mesmo ponto focal; são as lentes
acromáticas.
As lentes apocromáticas eliminam a aberração cromática graças à
utilização de 3 ou 4 lentes diferentes ou recorrendo ao emprego da fluorite que, ao
contrário do vidro, possui o mesmo índice de refracção para todos os comprimentos de
onda da luz visível. Os telescópios
reflectores, possuindo um espelho em vez duma lente, apresentam a mesma distância
focal para todas as cores da luz, eliminando assim os inconvenientes da aberração
cromática. |
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aceleração |
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| De uma forma geral, qualquer variação de
velocidade ou de direcção de um corpo em movimento. Quando a variação de velocidade é
negativa estamos perante uma desaceleração. aceleração da
gravidade
Aumento de velocidade de um corpo material provocado pela força gravitacional de um outro
corpo material. A aceleração gravitacional média à superfície da Terra é de 9,8 m/s2
(1).
(1) Mais precisamente 9,80665 m/s2.
No Equador é de 9,799 m/s2. A diferença deve-se à variação da distância
entre a superfície da Terra e o seu centro de massa, que
é maior no Equador. |
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acreção |
Topo |
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| Duma forma geral, a agregação de partículas
originando partículas maiores. Captura de matéria por um astro devida à sua
atracção gravitacional. Está provavelmente na origem da formação dos planetas.
Também é frequente existir nos sistemas binários em
que a estrela mais maciça - muitas vezes uma anã branca, uma estrela de neutrões ou um buraco
negro - captura matéria da sua companheira. A primeira fica então rodeada por um disco
de acreção composto pelos gases arrancados à sua companheira que rodam em espiral
à sua volta aquecendo emitindo raios X. Pensa-se que será a acreção de matéria
(gases e poeiras) no núcleo das galáxias activas e dos quasares a responsável pela emissão intensa de radiação
que daí provém. |
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afélio |
Topo |
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| Posição em que um planeta ou um cometa, durante
a sua translação em redor do Sol, se encontra mais distante deste. A Terra está no
afélio aproximadamente a 4 de Julho. É o ponto diametralmente oposto ao periélio. 
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albedo |
Topo |
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É a parte da radiação que incide sobre um
planeta que é reflectida por este.
Vai de 0 (zero) para uma superfície não reflectora até 1 para uma superfície
totalmente reflectora.
O albedo da Terra é de 0,39 o que quer dizer que esta reflecte de volta para o
espaço 39% da radiação luminosa que recebe do Sol. |
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alfabeto grego |
Topo |
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Uma das formas de identificar as estrelas é
designando-as por uma letra grega (minúscula) seguida pelo nome latino, no genitivo, da
constelação a que pertencem, p.e. Alfa Centauri, a estrela mais brilhante da
constelação do Centauro.
De uma forma geral - mas nem sempre - as letras são atribuídas às diversas estrelas
pela ordem decrescente da sua magnitude e assim a estrela mais brilhante duma dada
constelação será a alfa (a), a seguinte a beta
(b), depois a gama (g) e
assim sucessivamente.
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a |
alfa |
|
i
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iota |
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r |
ró |
|
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b |
beta |
|
k
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capa |
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s |
sigma |
|
|
g |
gama |
|
l
|
lambda |
|
t |
tau |
|
|
d |
delta |
|
m
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miú |
|
u |
upsilon |
|
|
e |
épsilon |
|
n
|
niú |
|
f |
fi |
|
|
z |
zeta |
|
x
|
csi |
|
c |
qui |
|
|
h |
eta |
|
o
|
omicron |
|
y |
psi |
|
|
q |
teta |
|
p
|
pi |
|
w |
ómega |
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As estrelas mais brilhantes têm também nomes próprios pelos quais são mais
facilmente identificadas. |
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ALMA |
Topo |
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Atacama Large Millimeter Array.
Futuro radiotelescópio a construir a 5.000metros de altitude em Atacama, no Chile, será
composto por pelo menos 64 antenas de alta precisão e terá como principal objectivo
observar as regiões frias do Universo que são opticamente escuras mas brilhantes na
radiação com comprimentos de onda da ordem do milímetro.
Será o resultado de uma parceria entre a Europa e a América do Norte (E.U.A. e Canadá)
em cooperação com o Chile. Será construído e explorado pelo NRAO
e pelo ESO. |
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anã branca |
Topo |
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| Fase final da vida duma estrela com massa
semelhante à do Sol. Depois de se expandir e de se ter transformado numa gigante vermelha, a estrela contrair-se-á e atingirá a
fase de anã branca. Fases:
anã amarela --> gigante vermelha --> anã branca |
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anã castanha |
Topo |
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Fase intermédia da vida duma estrela com uma
massa cerca de 10 vezes inferior à do Sol.
Com tão pouca massa este tipo de estrelas vai consumindo vagarosamente o seu combustível
sem nunca brilhar demasiado; o seu período de vida é de cerca de 200 mil milhões de
anos(1); na fase final transforma-se em anã negra. Fases:
anã castanha --> anã negra
(1) O nosso Sol tem um
período de vida de "apenas" 10 mil milhões de anos! |
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anã negra |
Topo |
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Corpo celeste hipotético
que, teoricamente, representará a fase posterior à fase da
anã branca na vida duma estrela. Dado que serão
necessários biliões de anos para que uma estrela atinja esta fase e
a idade do Universo é de apenas 15.000 milhões de anos, este tipo de
estrela será sempre uma teorização.
Não confundir com buraco negro que,
quando é derivado de uma estrela supergigante, é muitíssimo mais
maciça que uma estrela anã.Até aos anos 60 a designação de anã
negra era atribuída às anãs castanhas, que são de origem diferente.
Fases:
anã branca --> anã negra |
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analema |
Topo |
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Figura em forma de oito formada pelas sucessivas
posições do Sol à mesma hora ao longo de um ano. É consequência de dois factores
independentes: da inclinação do eixo da Terra em relação ao plano da sua órbita ao
redor do Sol e da forma elíptica da órbita terrestre.
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ano |
Topo |
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| O ano trópico é o período de tempo que
o Sol demora a passar duas vezes consecutivas por um dado ponto da eclíptica tal como um equinócio
(como o ponto vernal) ou um solstício. São, em média, 365,24219878 dias. É a esta
duração que tentamos adaptar o nosso ano civil. O ano sideral é o
período de tempo que o Sol demora a passar duas vezes consecutivas na direcção de um
dado ponto da esfera celeste. São 365,25636 dias.
O ano trópico é menor que o ano sideral em cerca de 20,4 minutos por
causa do movimento de precessão da Terra que faz com
que, a cada ano, o ponto vernal se desloque para a direita 50,26" em relação
ao fundo de estrelas da esfera celeste; assim o Sol atinge primeiro o ponto
vernal do que a direcção em que o ponto vernal estava um ano antes.
O ano anomalístico é o período de tempo que decorre entre dois periélios consecutivos. São 365,2596 dias.
O "ano juliano" tinha 365,25 dias (= 365 + 1/4)
No calendário juliano, usado entre 45AC e 1582, o ano tinha 1 dia extra a cada 4 anos
o que dá uma média de 365,25 dias; isto fez com que, erradamente, fosse sendo
introduzido 1 dia a mais em cada 128 anos(1) pelo
que, na altura da adopção do calendário gregoriano em Portugal foi necessário
"abolir" 10 dias ao calendário. Em Portugal, ao dia 4 de Outubro de 1582
sucedeu o 15 de Outubro.
O "ano gregoriano" tem 365,2425 dias (= 365 + 1/4 - 1/100 + 1/400).
No calendário gregoriano em vigor, em cada 400 anos há 97 anos bissextos; são
bissextos os anos divisíveis por 4 ou 400 exceptuando os anos divisíveis por 100; assim
só será introduzido um dia a mais aproximadamente a cada 3.225 anos(2).
O "ano gregoriano moderno" teria 365,24225 dias (= 365 + 1/4 - 1/100 +
1/400 - 1/4000).
É o resultado duma proposta de aperfeiçoamento feita, entre outros, pelo
astrónomo John Herschel e consiste na introdução duma nova regra que determina que os
anos divisíveis por 4000 não sejam bissextos; assim só seria introduzido um dia a mais
aproximadamente a cada 19.523 anos(3).
O "ano bissexto" é o nome dado ao ano a que se acrescenta um dia -
actualmente o dia 29 de Fevereiro.
No ano 45 a.C. Júlio César determinou que o dia extra fosse acrescentado duplicando o
dia 24 de Fevereiro que se chamava "dies sexta ante calenda martias ", ou
seja "o sexto dia antes da calenda(4)
de Março". Como os romanos davam nomes aos dias em vez de os numerar, o dia extra
passou a chamar-se simplesmente "bis sextus dies ante calendas Martii ".
| 7º dia antes da Calenda de Março |
6º dia antes da Calenda
de Março |
6º dia antes da Calenda
de Março |
5º dia antes da Calenda de Março |
4º dia antes da Calenda de Março |
3º dia antes da Calenda de Março |
Véspera da Calenda de Março |
Calenda de Março |
| 23/Fev |
24/Fev |
25/Fev |
26/Fev |
27/Fev |
28/Fev |
29/Fev |
1/Março |
(1) 1 / (365,25 -
365,24219) = 128 anos
(2) 1 / (365,2425 - 365,24219) = 3.225 anos
(3) 1 / (365,24225 - 365,24219) = 19.523 anos
(4) Calenda era o nome dado pelos romanos ao 1º dia de cada
mês.
(5) Em relação a 3 dias fixos em cada mês: Calendae
(1º dia do mês), Idus (o 13º dia do mês excepto em Março, Maio, Julho e
Outubro em que era o 15º) e Nonae (o 9º dia antes do Idus (contando este
como 1º dia) e que, consoante o mês, calhava no 5º ou 7º dia). |
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ano galáctico |
Topo |
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É a duração do movimento de translação do
Sol em torno do centro da nossa galáxia;
são 220 milhões de anos !
...a uma velocidade de 250 Km por segundo !
...para percorrer 28.000 anos-luz ! |
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ano-luz (a.l.) |
Topo |
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É a distância percorrida pela luz, no espaço,
durante o período de tempo de um ano e constitui a unidade de comprimento mais usada para
medir as enormes distâncias do espaço exterior ao sistema solar.
Dado que a luz se propaga à velocidade de cerca de 300.000Km(1)
por segundo, e um ano tem 31.557.600 segundos, então 1 a.l. equivale a 9,46 biliões de
quilómetros (9,46 x1012Km).
1 a.l. equivale a 63.240 unidades astronómicas (u.a.).
1 a.l. equivale também a 0,30675 parsecs (pc). (1) A velocidade exacta da luz no
"vazio" é de 299.792,458Km/s. |
| > |
ápex |
Topo |
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Ponto da esfera
celeste em direcção ao qual todo o sistema solar e as estrelas vizinhas se deslocam
à velocidade de 19,6 Km/s.
Está situado aproximadamente a a = 18h 00m, d = +30º, na constelação de
Hércules.
O ponto diametralmente oposto é o antiápex. Ver localização no céu |
| > |
apoastro |
Topo |
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| Posição em que a componente menor duma estrela binária, na sua órbita em torno da estrela
principal, se encontra mais afastada desta. É o ponto diametralmente oposto ao periastro. |
| > |
apogeu |
Topo |
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| Ponto da órbita da Lua, ou da órbita aparente
anual do Sol, ou de um satélite artificial em que estes se encontram mais afastados
da Terra. A Lua, no seu apogeu, estará a cerca de 406.700Km da Terra. É o ponto
diametralmente oposto ao perigeu. |
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Apophis |
Topo |
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| Asteróide descoberto em 2004 e ao qual foi atribuído o nome provisório de 2004 MN4 tendo sido posteriormente baptizado com o nome actual, 99942 Apophis. Na altura da sua descoberta este asteróide foi classificado com o grau 4 da Escala de Torino. O risco de impacto numa outra passagem em 2036 fez com que a classificação fosse mantida no grau 1 até 5 de Agosto de 2006 altura em que novos cálculos fizeram baixar este nível para o grau 0. No entanto a previsão aponta para uma passagem perto da Terra em 13 de Abril de 2029 a apenas um décimo da distância lunar (a cerca de 38.440 km). Como termo de comparação convém recordar que os satélites do sistema GPS orbitam a Terra a 20.200 km de altitude e os satélites
geoestacionários de comunicações estão a cerca de 35.800 km.
Segundo dados do "Near Earth Object Program" da NASA, embora a sua velocidade relativamente à Terra seja de "apenas" 5,87 km/s, em caso de colisão, dada a atracção gravitacional que o nosso planeta exerceria sobre ele, o Apohphis teria na altura da entrada na atmosfera uma velocidade de impacto calculada em 12,59 km/s o que provocaria uma libertação de energia equivalente a cerca de 400 megatoneladas de TNT(1).
(1) Tomando o termo de comparação habitual nestas situações, a bomba atómica lançada em 1945 sobre Hiroshima que terá libertado uma energia de 13 toneladas de TNT, a energia do impacto do Apophis seria equivalente a 30770 dessas bombas.
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Arecibo, Observatório do Monte |
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O radiotelescópio
de Monte Arecibo, em Porto Rico, E.U.A. possui a maior antena fixa do Mundo, com 305m de
diâmetro.
Já foi "protagonista" de vários filmes desde "O Contacto" ao
"007- Golden Eye"
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Radiotelescópio de Monte Arecibo, Porto Rico, E.U.A. |
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ascensão recta |
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| A ascensão recta (a) dum astro é a distância angular medida sobre o equador celeste desde o ponto
vernal (ou ponto equinocial da Primavera) e o ponto de intersecção do meridiano do astro com o equador celeste; é o equivalente à
longitude na Terra, mede-se no sentido directo (anti horário, de oeste para leste),
normalmente em horas, de 0 a 24 horas embora também possa medir-se em graus de 0º a
360º (1 hora = 15 graus). Ver também: coordenadas
equatoriais |
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asterismo |
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| Padrão de estrelas de fácil identificação que
pode associar estrelas de constelações diferentes - como por exemplo o Triângulo de
Verão(1) que é visível perto do zénite ao
princípio das noites de Julho e Agosto, ou o Quadrado de Pégaso, formado por
estrelas de Pégaso e de Andrómeda - ou agrupar estrelas da mesma
constelação como é o caso das Três Marias que é composto pelas 3 estrelas do
cinturão de Orion: Alnitak, Alnilam e Mintaka. (1) O Triângulo de Verão é composto pelas estrelas Deneb
(do Cisne), Altair (da Águia) e Vega (da Lira).
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asteróides |
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Pequenos corpos celestes de forma irregular de
composição rochosa ou metálica e sem atmosfera que na sua maior parte orbitam o Sol
entre Marte e Júpiter na chamada Cintura de Asteróides
e também na Cintura de Kuiper, para lá da órbita de
Neptuno.
Calcula-se que existam cerca de 100.000 asteróides no sistema solar, alguns de dimensões
apreciáveis como Ceres, Vesta e Palas, o que permite a sua
visualização através de simples binóculos. Uma pequena quantidade de
asteróides encontra-se em órbita nos pontos de Lagrange. Ver também:
Apophis |
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Asteróide 4 Vesta
(modelo) |
Clique
na imagem para a aumentar. |
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atmosfera |
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Camada de gases que rodeia a parte sólida de um corpo
celeste (planeta ou estrela) que tenha suficiente força gravitacional para tal.
A atmosfera da Terra é composta por 78% de azoto, 21% de oxigénio, 0,9% de árgon e
0,03% de dióxido de carbono(1), e divide-se em
várias camadas em altitude:
- Troposfera
- até 10 Km de altitude, a temperatura diminui 5,5ºC por cada Km que se sobe, onde se
forma a maior parte das nuvens
- Estratosfera
- entre 10 e 50 Km de altitude, no limite superior a temperatura é semelhante à do
nível do mar
- Mesosfera
- entre 50 e 80 Km de altitude, região onde a temperatura diminui drasticamente
- Ionosfera
- entre 80 e 640 Km de altitude, átomos ionizados pela radiação solar, condutores de
electricidade; tem grande influência na propagação das ondas rádio; também designada
por termosfera dadas as altas temperaturas que apresenta(2)
- Exosfera
- entre 640 e 9.600 Km de altitude, limite exterior da atmosfera
(1) Para além de vapor de água, e
vestígios de hidrogénio, monóxido de carbono, ozono, metano, hélio, néon, kripton e
xénon.
(2) 1.200ºC a 400 Km de altitude! |
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Na figura as altitudes não estão à escala |
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aurora |
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| Luz brilhante colorida, observável em
determinadas situações perto do pólo Norte (aurora boreal) ou do pólo Sul (aurora
austral), originada pela emissão de fotões
resultante da colisão de partículas carregadas electricamente, ao serem conduzidas pelo
campo magnético terrestre em direcção aos pólos magnéticos do planeta, com os átomos
da atmosfera superior. |
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